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Agosto Lilás e a Violência contra a Mulher

Por: Zilda Sousa


O mês de Agosto é simbolizado pela cor Lilás, marcando assim o mês da conscientização ao combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A ação é realizada pela Coordenadoria Executiva de Políticas Para Mulheres, tendo como propósito a sensibilização e conscientização da sociedade sobre o fim da violência contra a mulher, e divulgar os serviços de apoio existentes, demonstrando amparo à mulher em situação de violência e suas formas de denúncia.

Os dados são alarmantes e vem em um crescente ainda mais assustador, o levantamento dos números que serão apresentados são da pesquisa “Percepções da população brasileira sobre feminicídio'', realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva (novembro/2021), com apoio do Fundo Canadá; 57% dos brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de ameaça de morte pelo atual parceiro ou ex; 37% conhecem uma mulher que sofreu tentativa ou foi vítima de feminicídio íntimo. Para 9 em cada 10, o local de maior risco de assassinato de mulheres é dentro de casa, por um parceiro ou ex e 93% dos entrevistados concordam que a ameaça de morte é uma forma de violência psicológica tão ou mais grave que a violência física


Os principais serviços indicados para serem procurados nestes casos de violência, são as delegacias da mulher, a polícia e os serviços de apoio; mas ainda existem algumas dificuldades encontradas e vários desafios a serem perseguidos pela sociedade.

A rede de atendimento à mulher vítima de violência poderá ser acessado rapidamente pelo LIGUE 180, serviço gratuíto e o principal acesso à rede de enfrentamento à violência contra a mulher do país.

Abaixo alguns serviços oferecidos, aos quais a mulher em situação de risco de agressão poderá procurar como assitência.


A situação da mulher vítima de violência ainda é muito delicada em relação aos serviços oferecidos à sociedade, existe a fragilidade do momento vivido e para isso é necessário que haja segurança psicológica, para que ela possa se sentir protegida nos locais onde buscará por atendimento, e a percepção por parte desta mulher é que falta preparo em relação a esses profissionais que as recebem no momento da queixa.

Mesmo havendo a questão sobre o preparo em relação àqueles que as recebem para o atendimento, segundo a base da pesquisa; “Os serviços de atendimento à mulher agredida são bons, mas estão em poucas cidades e não dão conta de atender as mulheres em todo o país”.


O trabalho sistemático de sensibilização da sociedade, deve ser contínuo, pois a falta de informação pode tornar a mulher ainda mais vulnerável à violência.

É necessário preparo nos atendimentos, maior divulgação dos canais de informações, e um número maior de postos de serviços.


Há diversas formas de apoio e suporte para que a sociedade possa realizar um movimento a favor da vítima, no link https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/violencias/acoes-direitos-e-servicos-para-enfrentar-a-violencia/#servicos-de-atendimento-e-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres você terá acesso as informações resumidas sobre formas de violência e os direitos assegurados na legislação às vítimas, bem como, o resumo sobre a responsabilidade de cada órgão público o qual a vítima deverá encontrar o apoio necessário.

Fazem parte destes órgãos: Sistema de Segurança Pública, Prefeituras, Governos Estaduais/Secretairas de Segurança Pública, Polícia, Ministério da Justiça(MJ), Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), entre outros.

Como cidadãos, nosso dever e obrigação sempre será buscar a proteção às vítimas de qualquer infortúnio, cabe a nós o auxílio, a informação concisa e fidedigna, a orientação e esclarecimento, portanto busquemos sempre pelo melhor caminho para que possamos somar e alçancar os resultados almejados para a redução e exclusão deste tipos de problemas que é a violência.


Fontes de pesquisa:


Créditos de imagem e pesquisa à agência Patrícia Galvão.


https://www.acidadeon.com/araraquara/cotidiano/Agosto-Lilas-combate-violencia-contra-a-mulher-em-Araraquara-20220816-0019.html

pesquisado em 17.08.22


https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/violencia-em-dados/sobre-esta-plataforma/

pesquisado em 17.08.22



https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/dados-e-fontes/pesquisa/percepcoes-da-populacao-brasileira-sobre-feminicidio-instituto-patricia-galvao-locomotiva-2021/

pesquisado em 17.08


https://assets-institucional-ipg.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/2021/11/InstitutoPatriciaGalvaoLocomotiva_PercepcoessobreFeminicidioVersaoFinal.pdf

pesquisado em 17.08.22


https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/violencias/acoes-direitos-e-servicos-para-enfrentar-a-violencia/#servicos-de-atendimento-e-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres.

pesquisado em 18.08.22


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